O exercício da justiça está em evidência. Os recentes desdobramentos do caso do ’mensalão’, as constantes ocorrências de corrupção. Para completar, as chocantes cenas de barbárie nos estádios de futebol colocam em evidência o urgente clamor por justiça.
A população quer justiça, mas, que justiça? É comum confundir justiça com punição: fazer o infrator pagar pela transgressão. Nesta mentalidade, fazer justiça equivale ao sádico prazer em aplicar castigo. É primitivo e perverso o prazer alimentado pelo sofrimento alheio, mesmo quando a punição é merecida. (Continue em nosso portal)

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