Faltou estratégia! Ao escolher o deserto para realizar a missão de preparar a chegada do Messias, João, o Batista, equivocou-se. O bom senso sugeria que o profeta pregasse onde ficasse mais fácil alcançar o maior número de pessoas. Jerusalém, por exemplo.
Pregando na cidade santa, destino de peregrinos e centro administrativo e comercial, mais gente certamente ouviria sua mensagem. Atingiria, em tese, gente graúda, influente, alargando a possibilidade de maior número de conterrâneos acolhesse Jesus.
Fiel, no entanto, ao que os profetas haviam predito, João preferiu ser a voz a clamar no deserto. (Continue em nosso portal)

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